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A segurança informática na empresa é algo demasiado importante para ser deixado ao acaso, quando o elo mais fraco é o utilizador, explica Nuno Mendes, CEO da WhiteHat.

Qualquer departamento de TI que se preze tem soluções de proteção multi-camada, políticas de segurança, planos de contingência, sistemas de recuperação de dados e toda uma panóplia de ferramentas que permite – espera-se! – a manutenção do regular funcionamento da empresa mesmo em caso de um ciberataque.

 

 

bms multi camada

 

No entanto, não é isso que acontece na maioria das empresas e organizações de menor dimensão, em que há sobretudo uma ideia de que “isto não vai acontecer comigo”.

Sucede porém que, apesar de toda essa confiança, alguns comportamentos abrem efetivamente a porta aos cibercriminosos. E se esses comportamentos são graves numa organização que possua políticas de segurança bem definidas e implementadas, no caso de uma empresa sem esses cuidados os resultados podem ser devastadores.

Sem prejuízo da necessidade de todas as organizações, qualquer que seja a sua dimensão, desenharem e implementarem um plano de segurança informática, há cinco erros comuns que os utilizadores podem e devem evitar para não colocar a sua empresa em risco – especialmente num mundo em que o BYOD se tornou uma realidade incontornável.

Os comportamentos do chamado “elo mais fraco” de qualquer sistema – o utilizador – podem e devem ser mitigados através de soluções de proteção e de políticas e sistemas de segurança bem desenhados.

Os erros mais comuns e que podem colocar a sua empresa na mira dos cibercriminosos:

  • Confiar em links que surgem nas redes sociais
  • Reutilizar as mesmas “passwords”
  • Não atualizar o software
  • Downloads a partir de lojas de aplicações alternativas
  • Dados sensíveis enviados por Wi-Fi

 

Fonte: Computerworld

 

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